domingo, 17 de setembro de 2017

Primeiro trailer de The Child in Time com Benedict Cumberbatch.


Stephen Lewis (Benedict Cumberbatch) é um escritor infantil que não supera o desaparecimento de sua filha, ocorrido há dois anos. Abandonado pela esposa Julie (Kelly Macdonald), ele luta sozinho contra os próprios demônios.
Novo telefilme da BBC britânica, The Child in Time ganhou o seu primeiro teaser. O vídeo mostra o exato momento em que Lewis perde a filha e entra em pânico por não conseguir reencontrá-la. 
O telefilme é uma adaptação do romance homônimo de Ian McEwan, que tem roteiro de Stephen Butchard e direção de Julian Farino (Entourage). A história é uma "exploração lírica e de partir corações sobre amor, perda e do poder das coisas não vistas".

Ainda sem previsão de estreia.

Novos Cartazes Individuais de Jogos Mortais: Jigsaw.





Sinopse: No filme, corpos estão surgindo pela cidade, cada um encontrando um desaparecimento horrível. Enquanto a investigação continua, as evidências apontam para um homem: John Kramer. Mas como isso é possível? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década. Será que algum aprendiz assumiu o manto de Jigsaw, talvez até mesmo alguém de dentro da investigação?


Direção: Michael Spierig, Peter Spierig
Elenco: Laura Vandervoort, Tobin Bell, Callum Keith Rennie, Brittany Allen

Primeiro Trailer de Pequena Grande Vida.


Matt Damon está em todas! Desta vez ele está de volta em mais uma ficção cientifica onde uma experiência torna as pessoas minúsculas. Assistam: 


Sinopse: Na cidade de Omaha, as pessoas descobrem a possibilidade de reduzir de tamanho para uma versão minúscula, a fim de terem menos gastos vivendo em pequenas comunidades que se espalham pelo mundo. Um homem (Matt Damon) aceita passar por esse processo.


Assista aqui o primeiro Teaser:



Direção: Alexander Payne Elenco: Matt Damon, Kristen Wiig, Christoph Waltz, Jason Sudeikis, Laura Dern, Neil Patrick Harris


A estreia no Brasil está prevista para 18 de Janeiro de 2018.

sábado, 16 de setembro de 2017

Feito na América (American Made, 2017).

Com a cinematografia de Cesar Charlone (Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel), direção de Doug Liman (No Limite do Amanhã) e Tom Cruise como protagonista, esse "quase spin-off" de Narcos (série da Netflix) já vale o ingresso!

Na sinopse, "a trama se passa durante a década de 1980, Barry Seal (Tom Cruise), um piloto oportunista da Trans World Airlines, é inesperadamente recrutado pela CIA para realizar uma das maiores operações secretas da história dos Estados Unidos.", o longa é superficial ao contar a sua história, com cara de documentário, ele também não é lá muito didático, é divertido e entrega o que promete: todo o carisma de Tom Cruise entre manobras aéreas, situações de sufoco e uma boa pitada de humor. O Barry Seal é um personagem da vida real, e já teve seu nome apresentado em outras ocasiões no cinema e na tv. Aqui o diretor conta essa história de forma original, a narrativa ágil prende o público mesmo quando este já sabe o desfecho.


A fotografia belíssima, muitas vezes super saturada, dá um toque especial inclusive em panorâmicas aéreas. É uma cinematografia muito bonita, com ângulos que realçam cenas em ocasiões interessantes e realistas, como é o caso em uma cena em que o protagonista é recepcionado na pista de pouso pelos homens do que seria o futuro Cartel de Medellin, nós quase sentimos o mesmo calor da cena, na poltrona do cinema gelado! O roteiro é um apanhado de "esquemas" de idas e vindas do piloto, não tem muito compromisso em fechar arcos e nem se aprofundar em nada, é um recorte de acontecimentos em sequência que funciona com a ajuda da eficiente edição montagem.


A trilha sonora é energética e engajante, tem até música clássica com direito a remix! Os efeitos sonoros também são muito bons. Quanto às atuações, Tom Cruise é quem conduz o filme ele está 100% no longa, é também um personagem diferente do que vem fazendo nos últimos anos. Também no elenco está Caleb Landry Jones interpretando o cunhado de Barry, e que possui uma participação notável, assim como Domhnall Gleeson, o "chefe" de Barry. Por outro lado temos Inexperiente Sara Wright que interpreta a esposa de Barry, não convence nem nas cenas de sexo. Outra coisa que incomoda, é o excesso da "câmera tremida", essa técnica dá um dinamismo preciso para este tipo de filme, porém em alguns enquadramentos simplesmente ela se faz desnecessária.


American Made (no original) é um filme que não tem muito para acrescentar - historicamente falando - e obviamente não está lá com este propósito, no entanto, o diretor apresenta um entretenimento com qualidades técnicas, que está fora da fórmula hollywoodiana de patriotismo com seus "heróis" e finais felizes, e entrega bastante humor, longe de ser um filme memorável mas que vale a ida ao cinema e o balde de pipoca. 



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Trailer 2 Legendado +18: A Forma da Água.

O filme de Guillermo del Toro que levou para casa o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza 2017, ganhou novo trailer: 



Sinopse: Na década de 1960, em meio aos grandes conflitos políticos e bélicos nos Estados Unidos, Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga ela, recorre a um vizinho (Richard Jenkins) e à colega de trabalho Zelda (Octavia Spencer).


Direção: Guillermo del Toro

Elenco: Michael Shannon, Sally Hawkins, Octavia Spencer, Doug Jones, Richard Jenkins, Michael Stuhlbarg 
Estreia prevista para 11 de janeiro de 2018.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Rememory, 2017.

No melhor estilo "Black Mirror", o roteiro tem alguns pontos fracos mas é um filme interessante. Sua narrativa é um tanto peculiar é preciso atenção para ir montando as peças. Com Peter Dinklage no papel principal, também é mais um dos filme póstumos do ator Anton Yelchin, que faleceu aos 27 anos, em junho do ano passado.

O diretor cria uma atmosfera misteriosa e instigante crescente, e o que pode ser desafiante também, pode ser desestimulante, pois a trama abre um leque de questionamentos, mas não responde à todos, porém entrega um desfecho inesperado e satisfatório. Para quem curte tramas que fogem dos desfechos hollywoodianos tá aqui uma boa opção, mas o filme peca com alguns diálogos fracos e amarra algumas pontas de maneira previsível. 

As atuações são boas e Peter Dinklage está ótimo, é ele quem carrega o filme. Os de mais personagens não são suficientemente bem desenvolvidos, são meras peças para serem encaixadas, o que tira um pouco brilho do filme. Os personagens secundários são rasos e suas histórias na maioria estão ali apenas para ilustrar a trama, isso deixa algumas lacunas que poderiam ter sido preenchidas e situações que poderiam ser melhor desenvolvidas. As cenas das lembranças são repetitivas, no inicio cria-se uma expectativa grande para aqueles pontos, as motivações vão se revelando a medida que o longa vai chegando ao final, mas sem o mesmo fôlego do início.


Sinopse: Um cientista pioneiro (Martin Donovan) é encontrado morto logo após divulgar ao mundo seu novo trabalho: um dispositivo capaz de extrair, gravar e reproduzir as memórias de uma pessoa. Sua esposa (Julia Ormond) se isola em sua casa após o ocorrido até um misterioso homem (Peter Dinklage) aparecer para tentar resolver o mistério.



Rememory é um ótimo filme de ficção-científica (desses que quanto menos souber sobre o enredo, melhor ele fica!), lançado em 07 de setembro pelo aplicativo Google Play. 
Os fãs de "Black Mirror" irão gostar muito.

Séries: The Crown - 1ª Temporada (Netflix, 2016).

A produção mais cara da Netflix. Baseada na peça The Audience, de Peter Morgan, que narra a vida de Elizabeth II (Claire Foy) desde os anos 1940. Tem um roteiro impecável e atores excelentes, me prendeu do início ao fim desta temporada inicial lançada em novembro de 2016. Esta produção tem como previsão 60 episódios no total, sendo a primeira temporada 10 episódios de 56 a 59 minutos cada.

O roteiro é impecável, a narrativa simples com algumas cenas de flashbacks também contam parte da infância da rainha e convívio com a família desde a sua educação, até lembranças de uma promessa que na atual situação deve ser repensada. O ritmo é um pouco lento, mas os diálogos tem força entre seus personagens dinâmicos, isso faz com que a série não se torne cansativa, há sempre algo acontecendo.

A direção de arte é magnífica (e não foi à toa que já garantiu o Emmy 2017) e retrata com muita fidelidade cenários e fatos importantes como a coroação da jovem rainha, que, fiz questão de correr para o YouTube e verificar o quão precisa foi essa reprodução, e ficou perfeita, tanto no design de produção, quanto nas atuações. A fotografia é muito bonita, tudo muito claro com tons dourados, realçando o glamour dos figurinos bem alinhados (também já levou o Emmy 2017 para casa!) e a cenografia rica em detalhes, detalhes esses que são valorizados também pela direção que usa muitos planos abertos e assim podemos contemplar a beleza e o trabalho sensacional da equipe técnica.


Sinopse: Filha do rei George VI (Jared Harris), Elizabeth II (Claire Foy) sempre soube que não teria uma vida comum. Após a morte do seu pai em 1952, ela dá seus primeiros passos em direção ao trono inglês, a começar pelas audiências semanais com o primeiro-ministro inglês. Ela assume a coroa com apenas 25 anos de idade.


O enredo é conhecido, nem tudo será novidade para o espectador, afinal de contas a série conta com a verdadeira história e agrega com a licença poética para alguns fatos, apenas para "romancear" ou mesmo para "encurtar" um fato ou um detalhe, como por exemplo, na passagem de tempo. Mas nenhum pequeno detalhe é capaz de desmerecer o que foi feito aqui. É uma série que vai direto ao ponto, e que nos faz refletir sobre muitos aspectos como família, política, poder, submissão, preconceito... Uma história que nos faz pensar sobre nós mesmo. 
Assista ao teaser da primeira temporada: 



The Crown recebeu indicações de prêmios importantes:

Emmy 2017: Recebeu 13 indicações entre elas...
Melhor série dramática
Melhor atriz de série dramática - Claire Foy
Melhor ator coadjuvante de série dramática - John Lithgow
Melhor roteiro em série drama - "Assassinos".

BAFTA 2017: 
Claire Foy - Categoria de Melhor Atriz.
Jared Harris e John Lithgow - Categoria de Melhor Ator Coadjuvante.
Vanessa Kirby - Categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

Foi vencedora do Globo de Ouro de Melhor Série Dramática e também do Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série Dramática, para Claire Foy, em 2017.


A segunda temporada tem previsão de estreia 08 de dezembro de 2017. Veja o teaser da segunda temporada:


A terceira temporada já está confirmada e trará outra atriz para o papel da rainha que será uma atriz mais velha. Aguardando mais informações.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Trailer final: Mãe!

Mais um filme de terror chegando aí, este do aclamado diretor Darren Aronofsky que promete mais um filme complexo e inteligente.
Sinopse: A relação de um casal (Jennifer Lawrence e Javier Bardem) é testada quando visitantes não esperados chegam à sua casa e atrapalham a tranquilidade da família.



Direção: Darren Aronofsky Elenco: Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris, Michelle Pfeiffer, Domhnall Gleeson, Kristen Wiig, Brian Gleeson.


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Novo Trailer de Suburbicon.

De George Clooney com Matt Damon e Oscar Isaac. Já gostei!


Sinopse: A história se passa em uma pequena e tranquila cidade onde o melhor e o pior da raça humana são refletidos de forma hilária através dos feitos de pessoas aparentemente ordinárias. No filme, uma família perfeita se envolve com chantagem, vingança e traição após as consequências mortais de uma invasão domiciliar.



Sexto filme dirigido por George Clooney e escrito em parceria com os irmãos Joel e Ethan CoenSuburbicon já é uma das produções mais cotadas para disputar os principais troféus durante a temporada de premiações no fim do ano. Coestrelado por Julianne Moore, Noah Jupe e Glenn Fleshler.


Suburbicon chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de dezembro.

sábado, 9 de setembro de 2017

IT: A Coisa (IT, 2017).


O livro "A Coisa" lançado em 1986 pelo escritor Stephen King é um clássico que já foi adaptado para a TV em 1990, mas ainda hoje serve de fonte de inspiração para diversas mídias assim como a série "Stranger Things" (Netflix, 2016) e agora volta aos cinemas com a readaptação da obra original e prova que ainda tem muito a oferecer.



A trama conta a história de 7 crianças (Jaeden Lieberher (Bill). Finn Wolfhard (Richie), Sophia Lillis (Beverly), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Chosen Jacobs (Mike) e Jeremy Ray Taylor (Ben)) da cidade de Derry que constantemente sofrem bullying por parte da gang de Henry Bowers (Nicholas Hamilton), juntos formam o Clube dos Perdedores. Uma série de crianças estão desaparecidas na cidade incluindo o irmão mais novo de Bill, juntos, eles resolvem investigar o sumiço das crianças e uma criatura bizarra começa a aterrorizá-los, é Pennywise "O Palhaço Dançarino".



Sem comparações entre o livro e o filme de 1990, independente de sua fonte, este longa se desenvolve e apresenta uma estrutura narrativa que caminha muito bem sozinho. Dito isto, podemos avaliar que a primeira parte do longa é a introdução das crianças, vivendo o presente em 1989, com seus medos mais profundos até o encontro entre eles. O ritmo é intenso intercalando o dia-a-dia e seus fantasmas internos, o drama de cada um vivido em suas próprias casas com a família, além de terem que se preocupar com os adolescentes violentos que os perseguem nas ruas. A cinematografia e a direção de arte são bem fieis ao tempo retratado no longa, é verão, as cenas externas tem um colorido natural, e, a não ser que estejam em uma situação de perigo (quando a luz ambiente fica com o tom sépia) a luz do sol é constantemente radiante, as locações são bem naturais.



Já estabelecida a premissa, as crianças compartilham seus medos, e a ameça de Pennywise fica ainda mais assustadora. O elenco infantil é muito articulado e energético, com exceção de Chosen Jacobs (Mike) e Jeremy Ray Taylor (Ben), que estão bem menos entrosados, até deslocados em relação a interpretação dos outros atores. Finn Wolfhard (Richie) e Sophia Lillis (Beverly) são os que melhor se destacam, ele é o mais cômico do grupo, rouba a cena naturalmente. Sophia tem uma personagem mais complexa, o drama com seu pai é pesado e transborda aos olhos dela, quando está com os garotos se divertindo vemos a criança que ainda guarda dentro de si, e quando está em perigo ela se mostra preparada para se defender e enfrentar, sem dúvidas a melhor personagem da trama. 



Bill Skarsgård é Pennywise, sua interpretação está de acordo com o esperado, o desenvolvimento da criatura é gradativamente bem desenvolvida, ele tem os olhos muito expressivos, com um toque de loucura que é hipnótico, as cenas do Palhaço Dançarino são sempre tensas, e apesar dos efeitos de CGi tirarem um pouco da magia dos efeitos práticos, a cena na sala do projetor é sensacional! O ator cumpre seu papel, apresenta um personagem que deixa no ar que tem algo a mais para apresentar, e neste mistério deixado por ele é que vamos aguardar ansiosamente para o próximo capitulo.



Andy Muschietti dirige muito bem cenas assustadoras de Skarsgård, as melhores são, sem dúvidas, as com menos efeitos visuais sobre o Pennywise, ele cria uma atmosfera sinistra, mas peca nos jumpscare, quase sempre previsíveis. A tentativa de dar um susto no espectador com barulhos repentinos, também, nem sempre funciona. Mas parece que o propósito aqui foi alcançado, um clima de terror (mas sem que o público saia aterrorizado do cinema) é bem dosado com cenas e diálogos mais leves e um tom bem realista já que a trama gira em torno de crianças. Enquadramentos interessantes e imagens explícitas do que representa o medo de cada criança, fazem o público saltar da poltrona, e arregalar os olhos para ver cada detalhe.



Para quem quer saber sobre comparações com o filme de 1990, esta readaptação é uma atualização precisa para o nosso tempo, assim como "IT - Uma Obra-Prima do Medo" foi para a década de 90. O Pennywise do Tim Curry tem mais presença em cena, ele tem uma complexidade que mescla perfeitamente entre o palhaço ingênuo (claro, para enganar as criancinhas), irônico e o palhaço assassino, e uma voz amigável, a gente compra todas as suas facetas, sentimos medo dele por não sabermos qual é a sua verdadeira intenção. Já Bill Skarsgård não tem o lado irônico, ingênuo, ele transmite loucura nos olhos (até quando é para enganar as crianças!), e tem uma voz imponente que pode induz suas vítimas ao erro. Ambos são muito bons em suas interpretações, cada um em seu tempo. Outra comparação que não posso deixar de fazer é que neste filme a narrativa se passa no presente, em seu tempo (1989) e não em flashbacks, apenas a parte em que os personagens centrais são crianças. 


IT (título original) até tem cenas de terror escatológico, um ar sobrenatural..., é um filme para maiores de 16 anos principalmente pela violência apresentada, algumas cenas farão o espectador se esquivar, mas não vá ao cinema esperando algo como "Invocação do Mal", aqui o terror tem como sub-gênero slasher, você vai encontrar elementos como "Sexta-Feira 13""A Hora do Pesadelo", "Halloween"..., fãs deste clássicos e mais como "Stranger Things", "Conta Comigo", "Os Goonies", certamente irão gostar. Você também vai flutuar!



Uma pequena homenagem ao Pennywise de Tim Curry é um easter-egg delicioso para os fãs do telefime de 1990 e também aparece no trailer.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Primeiro Trailer de A Guerra das Correntes.

Ele voltou!
Benedict Cumberbatch vive mais um gênio da vida real, desta vez interpretando Thomas Edison.

Sinopse: Ambientado no final do século XIX, o filme conta a história da Guerra das Correntes, uma disputa entre Thomas Edison (Benedict Cumberbatch) e George Westinghouse (Michael Shannon) sobre como deveria ser feita a distribuição da eletricidade. Para isso, Edison fez uma campanha pela utilização da corrente contínua, enquanto Westinghouse defendia a corrente alternada.


Direção: Alfonso Gomez-Rejon Elenco: Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Tom Holland, Nicholas Hoult, Katherine Waterston


O longa tem estreia prevista para 19 de janeiro nos EUA.

Cartazes Individuais IMAX de Thor: Ragnarok.









Veja também o novo trailer:


O longa tem estreia prevista para 26 de outubro nos cinemas.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Primeiro Trailer de Sobrenatural: A Última Chave.

O quarto filme da franquia Sobrenatural (Insidious) acaba de ganhar o primeiro trailer, explorando um pouco mais do passado da parapsicóloga Elise Rainier (Lin Shaye).


O filme é dirigido por Adam Robitel e o roteiro fica por conta de Leigh Whannell



Estreia prevista para 5 de janeiro de 2018 nos Estados Unidos. A data de estreia no Brasil não foi divulgada.


Atualizado: Imagens de Rami Malek Como Freddie Mercury.

[ATUALIZADO: 11/09]
Rami Malek como Freddie Mercury, Gwilym Lee como Brian MayBen Hardy como Roger TaylorJoe Mazzello como John Deacon no set de filmagens do longa "Bohemian Rhapsody". A gravação é do show Live Aid de 1985, que poderá ser a cena final do longa.



Ao fundo, Brian May, guitarrista da banda, observando as gravações.
 Veja também um vídeo das gravações, ficou muito bom!





[Publicado em 05/09/17]
Divulgada, pela Entertainment Weekly, a primeira imagem da cine biografia do Queen, "Bohemian Rhapsody".



O filme começou a ser filmado em setembro, em Londres. Bryan Singer será o responsável por comandar o projeto.
O lançamento está previsto para dezembro de 2018.