quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Novo Cartaz Liga da Justiça. Estreia 16 de Novembro


Assista também ao novo trailer:



Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Borboleta Negra (Black Butterfly, 2017).

Dirigido por Brian Goodman, Black Butterfly, é um remake do filme francês de 2008 “Papillon Noir”.

Paul é um escritor em crise de inspiração que vive sozinho numa velha casa de montanha. Um dia, numa ida à cidade mais próxima, conhece Jack e oferece-lhe um lugar para ficar durante alguns dias em troca de pequenos arranjos na habitação. Mas o aparentemente tranquilo Jack toma algumas atitudes despropositadas. Paul começa a ter dúvidas sobre as intenções do seu convidado e a temer pela própria vida.


Com 93 min. de duração, o primeiro ato demora para desenvolver-se e a trama só engata lá para os 35 minutos de filme. Serei breve para evitar spoilers, mesmo achando que este filme merece uma crítica com spoilers para justificar melhor o porquê dele não funcionar.


Com muitas pontas soltas e muitos (muitos mesmo!) erros de roteiro, mesmo assim o filme consegue prender o espectador com a tensão criada pelo diretor Brian Goodman (diretor do esquecível Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio) mas os diálogos muito ruins e muitas reviravoltas ao longo da trama, tornam o filme um tanto previsível até chegarmos ao terceiro ato, onde mais uma reviravolta, esta até bastante interessante, nos dá esperança de um desfecho plausível, o que também é ruim, porque eleva a expectativa do espectador mas não se sustenta por muito tempo, a direção não dá conta e abre mais questões que não serão respondidas ou serão, de forma fácil ou negligenciadas.


As atuações são boas, há um esforço por parte do elenco maior do que o filme merece, e a direção consegue nos deixar curiosos de forma que nos deixamos levar pelos acontecimentos, aceitando decisões duvidosas por parte dos personagens para tornar menos absurdas as revelações finais que ao final do terceiro ato começa a correr na direção oposta ao que se presume. Porém, o roteiro retrocede em sua evolução ao apresentar o último plot twist, uma reviravolta que joga um final inesperado, sim!, porém extremamente preguiçoso que tenta "tapar" e justificar de forma medíocre os problemas da narrativa. Por mais que seja surpreendente, uma "surpresa" não sustenta e não corrige os erros de um roteiro mal escrito, este é um artifício perigoso que engana o espectador, neste caso de forma negativa, com a falsa impressão de que o filme mesmo sendo ruim ao longo de toda a trama, se conserta com um final que justificaria todas pontas soltas, e a explicação final é "porque sim!". Acredite se quiser.


O elenco é um desperdício (Jonathan Rhys Meyers, Piper Perabo e Antonio Banderas).




segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Verónica, 2017

Uma belíssima fotografia em preto e branco, inicia uma história cheia de furos, mas que prende a atenção do espectador, mesmo que misturando algo comum, numa atmosfera noir e misteriosa já vistos em outros longas como "A Ilha do Medo" e "Cisne Negro", ainda pode surpreender e agradar.

Uma psicóloga decide sair de sua reclusão para aceitar o estranho caso de uma jovem cujo o terapeuta desapareceu misteriosamente. O filme mexicano tem duração de 81 minutos, os primeiros 25 minutos levam um século..., mas depois a gente se vê envolvido naquela trama de suspense psicológico, que dá várias pistas do que realmente está acontecendo, o espectador mais experiente já saberá em que direção o filme quer te levar, mesmo assim, a trama não perde o tempero, sua história é interessante e a direção sabe como nos prender até o final. Enquadramentos diferenciados e a câmera subjuntiva dão pistas e engrandece a trama, os diretores Carlos Algara e Alejandro Martinez-Beltran optam por uma câmera ágil, e isso torna o filme, dentro do possível, mais dinâmico dentro da atmosfera de suspense psicológico de narrativa lenta. 


 A fotografia é preto e branco, os tons de cinza realçam a profundidade das cenas e o contraste necessário para visibilidade plena. É sugerido que o clima seja acinzentado em meio a paisagem que originalmente deveria ser bem verdinha, visto que a locação é em uma área de pinheiros e bastante arborizada. O preto e branco funciona como algo que, a princípio quer dizer que "está tudo sob controle" há um equilíbrio emocional estabelecido, mas ao decorrer da história, quando aprofundamos sobre o conhecimento do mais íntimo, o "eu" das personagens, as cores vem à tona revelando uma outra realidade. As atrizes Arcelia Ramírez (a psicóloga) e Olga Segura (a paciente) entregam, com competência, personagens com muitas camadas que se desenvolvem de maneira bem gradativa.  


Não é um filme memorável, o roteiro tem algumas falhas e/ou facilitações na narrativa que tornariam o filme muito mais interessantes com alguns ajustes. Uma sucessão de reviravoltas finais e nem todas funcionam. Mas é um filme bom com qualidades de cinematografia, efeitos práticos precisos e um final que se não surpreendente (para todos), no mínimo será interessante. Recomendo.

Novo trailer e Novo Cartaz de Pantera Negra.

O longa estreia dia 15 de fevereiro.


Sinopse: "Pantera Negra" acompanha T’Challa que, após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, volta para casa para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda, para assumir seu lugar 
como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada quando ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco.


Direção: Ryan Coogler
Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Andy Serkis, Lupita Nyong'o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Forest Whitaker

Clique aqui e assista ao primeiro trailer.

Trailer: De Volta Para Casa

Longa marca a volta da atriz, vencedora do Oscar, ao universo das comédias românticas.


Reese Witherspoon dá vida à Alice Kinney, uma mãe recém divorciada que decide recomeçar a vida em sua cidade natal, ao lado das duas filhas. 
O longa estreia no Brasil dia 19 de outubro, mas a partir do dia 12, o filme terá pré-estreias em todo o país. A distribuição é da H2O Films.


Sinopse:
“De volta para casa” é uma comédia romântica moderna e fala sobre amor, amizade e família. Alice Kinney (Reese Witherspoon) é uma mãe recém divorciada que decide recomeçar a vida em sua cidade natal, ao lado das duas filhas. Na noite de seu aniversário de quarenta anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para viver. Alice concorda em deixar os rapazes permanecerem na casa de hóspedes temporariamente, mas o arranjo acaba se desdobrando de maneiras inesperadas.

A direção é assinada por Dean Cundey (“Do que as mulheres querem”, “O amor não tira férias”).


Classificação etária: 12 anos
Duração: 97 minutos

sábado, 14 de outubro de 2017

Novo Trailer: Stranger Things - Temporada 2.



Estamos em 1984 e os cidadãos de Hawkins, Indiana, ainda estão se recuperando dos horrores do Demogorgon e dos segredos do Laboratório de Hawkins. Will Byers foi resgatado do Mundo Invertido, mas uma entidade maior e mais sinistra ainda ameaça os que sobreviveram.

A temporada 2 estreia dia 27 de outubro de 2017.



Filmes Complexos e/ou com Finais Surpreendentes - Parte II

Finalmente a segunda parte da lista tão desejada deste blog!
É claro que filmes assim não agradarão a todos, muitos destes longas vão além do final surpreendente e exigem que sejam visto com muita atenção, a narrativa muitas vezes pode não ser linear e quem não gosta muito de pensar sobre eles, provavelmente, também não vai gostar. Mas se não for o seu caso, e filmes complexos e/ou com reviravoltas são os seus preferidos, aproveitem a lista, e podem me indicar alguns também. 

Não entender um filme complexo não significa que ele seja incompreendível, alguns desses filmes precisam ser avaliados como se fosse um dever de casa, um exercício para a mente e visto 3, 4, 5 vezes, faz parte apreciar a arte algumas vezes para absorve-la melhor. Então, vamos a esta lista:


O Sexto Sentido (The sixth sense, 1999)



Dirigido por  M. Night Shyamalan. Duração: 1h 47min. 
O psicólogo infantil Malcolm Crowe (Bruce Willis) abraça com dedicação o caso de Cole Sear (Haley Joel Osment). O garoto, de 8 anos, tem dificuldades de entrosamento no colégio e vive paralisado de medo. Malcolm, por sua vez, busca se recuperar de um trauma sofrido anos antes, quando um de seus pacientes se suicidou na sua frente. 
Pois é, este com final surpreendente é o primeiro da lista porque fui muito cobrada nas listas anteriores, hehe!! Um filme que não dá pra dizer nada sobre ele, apenas a sinopse. Seu final surpreendente fez desse filme um dos mais importantes do gênero e inspirou muitos outros. Se você ainda não assistiu, não perca mais tempo, assista hoje mesmo!

Um Contratempo (Contratiempo, 2016)



Dirigido por Oriolo Paulo. Filme espanhol.
Tudo está indo muito bem para Adrian Doria (Mario Casas). Seu negócio é um sucesso e lhe trouxe riqueza, sua bela esposa teve a criança perfeita, e sua amante está bem com o caso dos dois escondido. Tudo está ótimo até que Doria desperta num quarto de hotel, depois de ser atingido na cabeça, e encontra sua amante morta no banheiro, coberta com um monte de notas em euros. Com tudo o que construiu desmoronando aos seus pés, Doria recorre a melhor advogada de defesa da Espanha, Virginia Goodman (Ana Wagener), e eles tentam descobrir o que realmente aconteceu na noite anterior. 
A principio é uma história sobre fazer justiça, mas que apresenta alguns variados pontos de vista, e cada detalhe é muito importante, mas ao decorrer da história... Bom, melhor não dizer nada, é mais um que apresenta um final inesperado. São ótimas atuações e foge do padrão hollywoodiano de ser, e a única coisa que não me deixou mais feliz com o filme é que ele se explica demais (perde tempo), mesmo assim, se você não estiver muito atento pode se perder um pouco na narrativa. Super recomendo.

El Cuerpo (2012)



Dirigido por Oriolo Paulo. Duração: 1h 51 min. Filme espanhol.
O corpo de uma mulher (Belén Rueda) desaparece misteriosamente do necrotério sem deixar qualquer vestígio. O Inspetor Jaime Peña (José Coronado) investiga o estranho acontecimento com a ajuda de Alex Ulloa (Hugo Silva), o viúvo da mulher desaparecida.

É uma história envolvente, que te prende do inicio ao fim, somos todos investigadores tentando descobrir, a cada minuto que passa a curiosidade e a tensão só aumentam. As atuações são brilhantes e a cinematografia junto a trilha sonora completam o clima perfeito para um ótimo suspense psicológico. Pensam que já sabem o que aconteceu??? Assistam e preparem-se para uns dos melhores filmes de suspense policial com final surpreendente.

Corpo Fechado (Unbreakable, 2000)


Dirigido por  M. Night Shyamalan. Duração: 1h 46 min. 
Em um desastre de trem todos os passageiros morrem, com exceção de David Dunne (Bruce Willis), que sai completamente ileso do acidente, para espanto dos médicos e de si mesmo. Buscando explicações sobre o ocorrido, ele encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um estranho que apresenta uma explicação um tanto estranha para o fato. O filme faz excelentes analogias entre o mundo real e o universo das histórias em quadrinhos de super-heróis. Samuel L. Jackson é perfeito, eu amo este personagem. O diretor Shyamalan, que até faz uma pontinha no longa, fez um trabalho muito bom, com diálogos memoráveis, e mais uma vez com Bruce Willis no papel central. E é um filme atemporal, surpreendente. Assistam, que a sequência vem aí!

Old Boy, 2003



Dirigido por Park Chan-wook. Duração: 1h 59min. 
Baseado no mangá japonês de mesmo nome, escrita por Nobuaki Minegishi e Garon Tsuchiya. Em 1988, Oh Dae-su (Choi Min-sik) é um homem comum, bem casado e pai de uma garota de 3 anos, que é levado a uma delegacia por estar alcoolizado. Ao sair ele liga para casa de uma cabine telefônica e logo em seguida desaparece. Pouco depois ele percebe estar em uma estranha prisão, que na verdade é um quarto de hotel. O longa tem um visual muito interessante, sua fotografia com tonalidades em verde, é angustiante e claustrofóbica, assim como a trilha sonora. O filme é tão violento quanto os do Tarantino, e um humor negro e as vezes até pastelão em alguns momentos, mas, é perturbador. Tem uma cena de pancadaria que é uma das melhores que já vi no cinema, uma sequência de tirar o fôlego (à lá Kill Bill!) em plano sequencia aberto, sem cortes, onde a câmera deslisa lateralmente acompanhando a ação, muito divertida e sem dublê. Com uma trama fantasticamente bem dirigida, o longa venceu o grande prêmio do Festival de Cannes 2004. Seu final é surpreendentemente chocante (eu só gritei "Puta merda!" umas 40 vezes, e olha que eu desconfiei!), e não é só o final, ao longo do filme há uma série de acontecimentos que eu pus as mãos nos olhos e... AAHHH!!!! Uma produção sul-coreana pra Hollywood nenhuma botar defeito (e até por isso fizeram o remake. Aff!). Uma curiosidade que vale saber: O "pedido" era de verdade e estava realmente vivo. Tem que ter muito estômago! Entendedores, entenderão. E pra quem ainda não viu: Veja. 

O Predestinado (Predestination, 2014)


Dirigido por Michael e Peter Spierig. Duração: 1h 38min.
Um agente temporal (Ethan Hawke) encara sua última missão após anos de viagens no tempo caçando criminosos e executando a lei. O desafio final será finalmente capturar seu inimigo mais desafiador, o homem que há muito o intriga e ludibria. 
Esse é pra derreter o cérebro! Quando junta ficção científica e histórias complexas com viagens no tempo, eu adoro! Além de uma narrativa não linear, este filme possui muitos detalhes interessantes, num roteiro bem amarradinho e que se faz até um pouco ambicioso demais, mas que vale a pena cada descoberta. É um filme que fica com você alguns dias, e que dá vontade de assistir mais algumas vezes, principalmente pela complexidade e o final surpreendente

Primer (2004)


Dirigido por Shane Carruth. Um filme independente feito com baixíssimo orçamento (US$7.000.00) e que recebeu várias indicações e prêmios pelo mundo à fora.
Aaron (Shane Carruth) e Abe (David Sullivan) são dois jovens engenheiros que realizam experiências científicas em uma garagem. O projeto mais recente em que estão trabalhando é um dispositivo que reduz o peso de um objeto em seu interior, ao bloquear a força da gravidade. A experiência faz com que a dupla realize uma descoberta que pode fazer com que tenha tudo o que quiser. 
Complexo nível máximo! Demorei anos para assistir este cult, e desviei de spoilers feito louca, e quando assisti precisei assisti de novo antes de dizer alguma coisa. Esse é um longa para quem curte tudo que envolve viagens temporais e seus fenômenos quânticos do mais alto nível, mas se você só curte filmes complexos e está acostumado com tramas sobre viagens no tempo e diversas linhas temporais, este filme também é pra você. Os diálogos são bem técnicos, então toda atenção é pouca para não se perder, é uma obra verdadeiramente inteligente que discute principalmente moral e ética. Super recomendo, mas se preparem para terem cérebros explodidos!

Terapia de Risco (Side Effects, 2013)


Dirigido por Steven Soderbergh. Duração: 1h 46min.

A trama gira em torno da jovem Emily Hawkins (Rooney Mara), que acaba de ver o marido (Channing Tatum) ser libertado da prisão por um crime de colarinho branco. Mesmo aliviada, Emily tem crises de depressão e busca a ajuda de medicamentos prescritos para conter a ansiedade. Ela também busca amparo num tratamento psicológico, lidando com  profissionais (Jude Law e Catherine Zeta-Jones). O tratamento, por mais que comece de forma positiva, vai gerar consequências inesperadas na vida da jovem.
Sabe esses filmes que começa um drama sem fim e quando você percebe, já está completamente envolvido? O filme é uma crítica a industria farmacêutica, o envolvimento dos médicos em testes com pacientes, mas o longa vai muito além e surpreende. Bem roteirizado, ótima direção e uma fotografia fria perfeita que retrata bem o clima daquilo que deve ser passado ao público, um filme sério com tema polêmico, não sabemos quem é vilão ou vítima. 


O Duplo (Double, 2015)


Dirigido por Richard Ayoade.
Tímido, solitário, rejeitado pela amada, Hannah (Mia Wasikowska), Simon (Jesse Eisenberg) tem um choque ao conhecer seu novo colega de trabalho, de nome James. Fisicamente idênticos, os dois são opostos em termos de personalidade. 
O filme não define em que época se passa, então não sabemos se no passado ou num futuro distópico, suas cores, em tom de sépia, nos remete à algo retrô, noirsteampunk. É um filme bem complexo e vai fundo na psique botando o espectador para refletir (Clique aqui para ler a crítica completa).

Filth (2013)


Dirigido por Jon S. Baird. Duração: 1h 37min. É um filme europeu.
Bruce Robertson (James McAvoy) é um homem viciado em cocaína, misantropo, bipolar e obcecado por sexo. Ah, ele também é um policial, responsável por investigar um assassinato brutal. Na verdade, Bruce deseja mais do que encontrar o culpado: ele pretende usar este caso para conseguir uma promoção e voltar para sua esposa e filha. 
Insano, intrigante, obsceno e surreal. Nem tudo é o que parece! Uma obra que infelizmente não é muito comentada ou reconhecida, mas é um grande filme e indispensável para fãs de filmes complexos e que têm algo a dizer (Clique aqui para ler a crítica completa).


Substitutos (The Surrogates, 2009)


Dirigido por Jonathan Mostow. Duração: 1h 25 min.
2054. Grande parte da população usa os androides substitutos da Virtual Self, que cumprem todos os afazeres do dia a dia e permitem que seus donos jamais tenham que sair de casa. Entretanto um terrorista tecnológico passa a assassinar os androides, causando caos geral. 
Ficção científica baseado na história em quadrinhos de mesmo nome lançada entre os anos de 2005-2006. Mais uma ficção científica surpreendente que tem Bruce Willis como protagonista, simplesmente imperdível que faz a gente pensar no futuro da humanidade. Reflexivo, inteligente e que recomendo fortemente.


Gostaram? Tem mais 2 listas aqui:

Filmes complexos
Filmes com finais surpreendentes.